Devido quantidade de entradas diárias que o blog continua a ter, sem ter nada de novo, estou a ponderar voltar. Numa versão mais soft!
Fiquem bem,
Bloguito
Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
Olá!!!!
Domingo, 11 de Outubro de 2009
Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
E as Férias???
É também uma boa altura para aproveitar a crise financeira global: foi ela que impediu que os destinos turísticos ficassem mais caros. Além disso, o euro forte abriu uma oportunidade para os viajantes que querem ir além-mar: Londres e Nova Iorque estão muito acessíveis. Faça já as malas.
01 Madrid
Como chegar: É possível ir e vir para a capital espanhola por menos de 25 euros. Voe pela Ryanair, easyJet ou Vueling.
Transportes: Um bilhete de 3 dias para metro e autocarro custa 11,60 euros (ctm-madrid.es).
Onde ficar: Abacadra B&B (abracadabrabandb.com), perto do palácio real, ou no Hostal Alaska (hostalalaska.com), na Puerta del Sol. O custo diário começa nos 40 euros.
Visitar: Veja de graça o Guernica de Picasso no Museu Rainha Sofia, aos sábados entre as 14h30 e as 21h e aos domingos das 10h às 14h30 (museoreinasofia.es). Não se paga no Museu do Prado entre as 18h e as 20h.
Crianças: Passear no Santiago Barnabéu, o estádio do Real Madrid e a nova casa de Cristiano Ronaldo (realmadrid.com). Visitas guiadas: 10 euros até aos 14 anos e 15 euros para os restantes.
Comer: Procurar os "bocadillos de calamares" (sandes de lulas) perto da Plaza Mayor.
Não perder: Uma tarde no El Retiro, o Central Park de Madrid, a Este do Museu do Prado.
02 Barcelona
Como chegar: A Ryanair e a Vueling são as principais candidatas. Por menos de 80 euros vai e volta.
Transportes: O Barcelona Card permite andar livremente nos transportes públicos e ainda dá descontos em museus e restaurantes. Um bilhete de dois dias custa 26 euros; pela internet fica em 23,40 euros (barcelonaturisme.com).
Onde ficar: No Bonic, entre as Ramblas e a praia, paga desde 55 euros por noite (bonic-barcelona.com). No The Patio Barcelona, um pouco mais afastado do centro, paga desde 56 euros (thepatiobcn.com).
Visitar: Muitos museus, como o Museu Nacional d?Art de Catalunya e o Museu Etnològic, são gratuitos no primeiro sábado ou domingo de cada mês. Siga a Rota do Modernismo, começando pelo Park Güell (rutadelmodernisme.com).
Crianças: Subir no funicular até ao parque de atracções de Tibidado. Menores de 90 cm não pagam (tibidabo.es).
Comer: Ir ao Can Paixano, na Barceloneta, comer uma sandes de presunto acompanhada por cava, o espumante local (canpaixano.com).
Não perder: Uma noite divertida numa plaza, começando pela Plaza Reial.
03 Paris
Como chegar: É possível encontrar bilhetes de ida e volta por menos de 100 euros. Comece pela Ryanair, easyJet e Tap.
Transportes: Passear a pé em Paris é um dos maiores prazeres que a cidade oferece. Um bilhete de 3 dias para o "métro" custa 19,60 euros (ratp.info).
Onde ficar: Aprecie a luz nocturna de Montmartre. Fique no Hôtel Bonséjour Montmartre (hotel-bonsejour-montmartre.fr), ou no Eldorado (eldoradohotel.fr). Os preços começam nos 35 euros.
Visitar: Os museus municipais são gratuitos e todos os outros também o são no primeiro domingo de cada mês. Os menores de 26 anos não pagam nos principais museus, como o Louvre e o d'Orsay.
Crianças: Não é preciso ir à Eurodisney: há muitos parques de diversão na Cidade-Luz. Não se esqueça da "barbe à papa" (barba do papá) - o algodão-doce.
Comer: Se estiver bom tempo, o Sena e os jardins convidam a uma baguette em jeito de piquenique, seguido de um crèpe numa esplanada.
Não perder: Na Vélib, passear de bicicleta pode ficar de borla se fizer percursos de menos de meia hora (velib.paris.fr).
04 Berlim
Como chegar: A easyJet, a Germanwings e a Air Berlin voam para Schönefeld, a um pulo de comboio suburbano (S-Bahn) do centro de Berlim. Ida e volta pode ficar por menos de 100 euros.
Transportes: Como a cidade é plana, é simples percorrê-la a pé. Para ir mais longe, opte pelo CityTourCard (citytourcard.com): 48 horas em todos os transportes públicos custam 15,90 euros.
Onde ficar: O Circus Hotel (circus-berlin.de), no Mitte, é a nova coqueluche ecológica e económica. Um quarto de casal fica por 78 euros por noite. Ainda mais barato é o hostel do mesmo grupo: desde 19 euros por pessoa.
Visitar: Berlim é recordista em galerias de arte. É uma oportunidade para conhecer gratuitamente artistas ainda pouco conhecidos (theartofberlin.com). Topographie des Terrors é um museu gratuito ao ar livre localizado nos escombros da sede da Gestapo (topographie.de).
Crianças: Knut é o nome do urso polar que é a mascote do zoológico de Berlim (zoo-berlin.de). As crianças pagam 6 euros, metade dos adultos.
Comer: O "currywurst", uma salsicha cortada apimentada com molho de tomate e caril, é o prato económico nacional. Regue com uma Berliner Weisse, uma cerveja leve local. E não perca a verdadeira bola-de-berlim.
Não perder: O Reichstag, o parlamento alemão renovado por Norman Foster, está aberto ao público para visitas gratuitas (bundestag.de).
05 Amesterdão
Como chegar: O único operador low- -cost para a cidade é a Transavia, mas os preços não são assim tão baixos. Dificilmente pagará menos de 120 euros, a não ser que faça escala noutra cidade europeia.
Transportes: O centro é pequeno e plano, pelo que pode andar a pé. Na cidade das bicicletas, ande de bicicleta. Vá ao MacBike (macbike.nl) ou ao Orangebike (orangebike.nl): três horas custam seis euros e um dia 8,5 euros.
Onde ficar: Para conseguir preços baixos por um quarto bem localizado é preciso esquecer algum conforto: no Quentin (quentinhotels.com) os preços começam nos 45 euros. Para uma solução mais familiar, escolha o The Collector, na zona dos museus, cujos preços começam nos 75 euros (the-collector.nl).
Visitar: O "Amsterdam Weekly" é um jornal cultural e de espectáculos gratuito em inglês. Procure pelas melhores sugestões da semana.
Crianças: Amstelpark é um íman para os miúdos. O parque situa-se a sul do centro e inclui parque de diversões, quinta de animais, passeios de pónei e muitos jardins de flores. Vá no eléctrico 4.
Comer: Os turistas mais jovens poupam durante o dia nas refeições pré-preparadas que se podem comprar na vasta rede de supermercados Albert Heijn. O mais central é atrás do palácio real.
Não perder: Concertos de música clássica às 12h30 abertos ao público: às segundas-feiras no Boekmanzaal e às quartas--feiras no Concertgebouw (concertgebouw.nl). Também há passeios guiados gratuitos (newamsterdamtours.com).
06 Londres
Como chegar: A easyJet, que voa de Faro, mas não descarte a British Airways e a Tap. Os preços começam nos 45 euros.
Transportes: Um bilhete de três dias nos transportes públicos de Londres nas zonas 1 e 2 (Travelcard) custa 21,50 euros. Se viajar no fim-de-semana ou feriado, pode ser mais barato se optar por bilhetes diários (tfl.gov.uk).
Onde ficar: Dormir em Londres é caro. Perto do centro, escolha o 69TheGrove, em Vauxhall (69thegrove.com). Os preços começam nos 80 euros. Mais afastado está o B&B in Barnes: a 10 quilómetros da casa da rainha, com tarifas a partir dos 40 euros (bandbinbarnes.com).
Visitar: A maioria dos museus é gratuita, incluindo o Tate Modern, Tate Britain, British Museum e o National Gallery.
Crianças: Ir ao planetário do Royal Observatory, no centro do Greenwich Park (tinyurl.com/roplanetarium). Preços a partir de 4,60 euros.
Comer: Muitos pubs propõem buy- -one-get-one-free, em que se paga um prato mas recebe-se dois.
Não perder: Passeios guiados gratuitos (newlondon-tours.com).
07 Nova Iorque
Como chegar: A tarifa de referência de ida e volta é de 500 euros, mas consegue menos se reservar com antecipação.
Transportes: O traçado em rede de Manhattan permite passear a pé sem se perder. Um MetroCard de sete dias para metro e autocarro custa 19 euros (mta.info/metrocard). Uma pechincha.
Onde ficar: Para um ambiente familiar económico, escolha o East Village Bed and Coffee, perto de Tompkins Square: a diária por casal começa nos 82 euros. Reserve com muita antecedência (bedandcoffee.com).
Visitar: Ir ao Central Park não custa um dólar visitar. Apanhe o Staten Island Ferry, barco que parte da ponta sul de Manhattan (Battery Park). Passa ao lado da Estátua da Liberdade e não se paga.
Crianças: As maiores lojas de brinquedos estão aqui. A alguns metros do Rockfeller Center pode construir um urso de peluche no Build-a-Bear Workshop (5th Ave x 46th). A partir de sete euros (buildabear.com).
Comer: Não pode deixar de experimentar um hotdog e um bagel, em qualquer esquina movimentada. Prove o marisco local, que é acessível. Vá ao Fish, na Bleecker Street, 280.
Não perder: Um espectáculo na Broadway. Vá cedo a uma TKTS no próprio dia para descontos de 50% - a da South Street Seaport é a menos concorrida (tdf.org). Se for no Verão, reserve um lugar num Shakespeare in the Park - pode ser que seja agraciado com um nome sonante, como Meryl Streep, Kevin Kline ou Natalie Portman, e, ainda por cima, é gratuito (publictheater.org).
Não, não é preciso agradecer ;)
Fonte: i
Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
MST
Miguel Sousa Tavares
8:00 Segunda-feira, 29 de Jun de 2009
Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
...nada melhor...
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Este des(Governo)...
Agora além de incompetentes também são mal educados... nada que me surpreenda!
Mas continua a tourada...
Na terra dos touros de morte: "El ministro de Economía de Portugal dimite tras llamar cornudo a un diputado" - Vamos ver se estes escapam :)
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Feira de S. João 2009 - APAREÇAM!
Fazia sentido este post ser para agradecer a todos aqueles que proporcionaram grandes momentos neste último ano (e agradeço), e para mandar para certo sitio aqueles que não merecem…
Mas não, é mesmo para convidar os amigos para um copo. Apareçam hoje na Feira, o stand sabem qual é! Vá eu deixo brincar com a mer** dos maga.
Os outros passem ao lado ou vão amanhã que tb é dia! Thanks
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Parabéns a Você...Nesta Data...
Ler Mais…
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
O Regresso... de Susan Boyle - sou fã!!!! Do Olhanense também :)
Já está na final!
Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
AI O MAGALHÃES... (humor - magalhoa)
Mandem este para os pais de Castelo de Vide e fica o problema resolvido.... :)
Bloguito para PM - Magalhoas para os pais!
p.s. - As mães podem continuar a consultar as receitas culinárias no dos filhotes! ;)
Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
25 DE ABRIL SEMPRE
As Portas que Abril abriu
«Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
(...)
Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempo do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.
(...)
Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.
Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.
(...)
Foi esta força viril
de antes de quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril
fez Portugal renascer.
E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.»
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